Athena Security

Consultoria especializada em
Segurança da Informação

A Athena Security é uma empresa de consultoria especializada em segurança da informação, onde apoiamos nossos clientes na gestão de infraestrutura e segurança dos dados para pequenas, médias e grandes empresas.

Trabalhamos de forma sincronizada com equipes segmentadas de ethical hackers, advogados especialistas em LGPD e privacidade de dados, consultores ISO 27000 e corpo técnico para projetos, implantações e suporte.

Apoiamos tecnicamente e em formato consultivo, trabalhando no que for necessário para seguir as principais normas de compliance e guias de boas práticas utilizados pelo mercado.

Nossos diferenciais
de mercado

Atendimento consultivo
Priorizamos antes de qualquer tratativa comercial a compreensão de todo o ecossistema em que nossos clientes estão envolvidos, de forma que o processo de validação tenha como único objetivo o êxito do projeto e não a oferta de um produto / serviço específico.

Potencial de parceria contínua
Faz parte de nossa metodologia de trabalho o atendimento em diferentes níveis de SI. Uma vez identificado o grau de maturidade da organização, criamos juntos um plano estratégico de evolução prevendo buscar de forma contínua e estruturada os próximos estágios.

Alianças estratégicas
Nossos parceiros passaram por um processo rigoroso de homologação antes de firmarmos nossas parcerias. Dessa forma, temos hoje em cada esfera atendida, soluções de ponta com potencial de expansão pra outras frentes.

Equipe multidisciplinar
Para cada projeto um especialista. Assim estruturamos nosso time de pré e pós vendas, de forma que cada projeto seja atendido por profissionais dedicados a suas respectivas tarefas. Com isso priorizamos e obtemos excelência nos atendimentos.

Business Unit

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IT Security Compliance

Legal Assessment LGPD, Security Assessment ISO 27000, Vulnerability Analysis, Penetration Test, Social Engineering e Phishin Attack.

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IT Security Management

Vulnerability Management SOC - SIEM, Data Protection Officer (DPO), Risk Management e Security Officer.

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Network Management

Network Segmentation, Wireless Management e Captive Portal.

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Managed Security Services (MSS)

NGFW, NGAV, Endpoint Protection, DLP, NOC, Backup, MDM e AntiSpam.

Missão

Através de uma equipe de profissionais altamente especializados, manter um altíssimo nível de atendimento e apoiar as empresas para que a área de Segurança e Tecnologia agregue valor ao negócio e ajude os nossos clientes a alcançarem seus objetivos estratégicos.

Visão

Ser a empresa líder como prestadora de serviços especializados em segurança da informação, sendo sempre reconhecida pelo atendimento consultivo e visão inovadora.

Valores

Integridade
Agir sempre com ética e transparência, refletindo em todas nossas atitudes e decisões;

Inovação
Ser uma empresa inovadora e flexível, não se prendendo a paradigmas e sempre evoluindo;
Excelência
Profissionais de altíssimo nível, para manter a excelência no atendimento e nos serviços prestados;
Humildade
Ter humildade para admitir seus erros e não deixar o ego interferir em suas atitudes e decisões profissionais;
Entusiasmo
Manter uma atitude positiva e otimista, sempre favorecendo ao clima organizacional.

Nosso Time

Nos preocupamos em manter nossa equipe motivada e comprometida, para manter o alto padrão de qualidade no atendimento prestado aos nossos clientes.

CONSULTORIA GRATUITA

Cuidamos do seu ambiente de Segurança e Infraestrutura de TI,
para você focar em seu Core Business.

Parceiros estratégicos

BLOG ATHENA

Athena News

Fintech Listo é alvo de tentativa de ataque hacker

A fintech Listo foi alvo de uma tentativa de ataque hacker. O incidente foi motivo de um alerta do Banco Central aos participantes do sistema de pagamento instantâneo (SPI), onde são realizadas as transações do Pix. Ainda não há informações sobre os mecanismos utilizados pelos hackers nem em relação a eventuais valores roubados. Procurada, a Listo disse em nota que, assim que identificou o incidente, adotou imediatamente medidas necessárias para mitigação e apuração do caso, inclusive mantendo informado o Banco Central e as autoridades competentes. “A companhia informa que suas operações permanecem ativas e preservadas, sem impactos aos clientes”. A fintech foi fundada em 2014 por Olavo Viana Cabral Netto e em fevereiro deste ano recebeu licença do BC para operar como instituição de pagamento, na modalidade credenciador. A sede fica em São Paulo (SP) e o capital social é de R$ 16,5 milhões. Em seu site, a Listo diz que oferece soluções de pagamento, crédito e gestão financeira para micro, pequenos e médios empresários de diversos segmentos de atuação. “Já são mais de 100 mil clientes espalhados por todo o Brasil que contam com nossa tecnologia na gestão do seu negócio”, diz a empresa. Também tem operações na Argentina, Peru e México. Fonte: Valor Econômico

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Um parecer técnico: GitHub tem mais de 5 mil repositórios invadidos em novo ataque hacker

Uma campanha automatizada chamada Megalodon comprometeu 5.561 repositórios no GitHub em apenas seis horas, no dia 18 de maio de 2026. A descoberta é da empresa de segurança SafeDep, que recuperou o conteúdo malicioso completo e mapeou a infraestrutura dos atacantes. Os criminosos usaram contas descartáveis com nomes aleatórios de oito caracteres e forjaram identidades de bots de Integração Contínua (CI), usados para testar o código sempre que o programador faz uma alteração. Os bots forjados incluíam o build-bot e ci-bot, que disfarçavam os commits maliciosos como manutenção de rotina. No total, 5.718 commits foram enviados entre 11h36 e 17h48 UTC da ocasião, todos apontando para um servidor de comando e controle no endereço “216.126.225.129:8443”. Ataque substitui arquivos de configuração por backdoor dormente A técnica central da campanha explora o GitHub Actions, sistema nativo do GitHub para automação de tarefas como testes e publicações de software. Cada repositório comprometido recebeu um commit, uma espécie de “ponto de salvamento”, que substituía ou adicionava um arquivo YAML de workflow. Nesse arquivo, havia uma única linha de código que baixava e executava um arquivo de texto contendo comandos. Eles seriam executados em terminais Linux ou macOS para automatizar tarefas de 111 linhas – tudo escondido em codificação de base64. O script opera em cinco fases, assim que o fluxo de trabalho de CI é acionado. Primeiro, ele captura todas as variáveis de ambiente do servidor, incluindo o GITHUB_TOKEN e quaisquer segredos configurados no repositório. Em seguida, lê 27 arquivos de credenciais no sistema de arquivos, incluindo chaves SSH, que funcionam como uma senha. Além disso, também examinaa configurações do serviço de nuvem da AWS, tokens do Docker Hub e histórico do shell – que lista, recupera e reutiliza os comandos digitados anteriormente no terminal. Depois, consulta os dispositivos internos de metadados da AWS, Google Cloud e Azure para extrair credenciais temporárias do ambiente de nuvem. Por fim, varre o código-fonte em busca de mais de 30 padrões de segredos. A etapa mais crítica é o roubo de tokens OpenID Connect (OIDC). Este é um mecanismo moderno em que o fluxo de trabalho prova sua identidade para serviços de nuvem sem usar credenciais fixas. Com esses tokens, o atacante consegue se passar pelo pipeline legítimo perante AWS, Google Cloud ou Azure. Variante cria backdoor invisível no histórico de CI A campanha usou duas variantes do conteúdo malicioso. A primeira, chamada SysDiag, adiciona um workflow que dispara automaticamente em todos os recursos colaborativos do GitHub, conhecido como push e pull request, maximizando a execução. A segunda, Optimize-Build, substitui um fluxo existente e usa o gatilho workflow_dispatch, que só roda quando alguém aciona manualmente via interface ou API do GitHub. O workflow_dispatch não aparece no histórico automático de execuções do Actions e não gera falhas de construção do código. O malware que permite acesso remoto dos criminosos, o backdoor, fica dormente até o atacante acioná-lo remotamente. Isso pode ser feito ao enviar uma requisição à API do GitHub com um token roubado de qualquer outro repositório comprometido. Pacote legítimo carregou o backdoor sem que mantenedor percebesse O caso mais documentado de contaminação envolve o @tiledesk/tiledesk-server, pacote de código aberto de uma plataforma brasileira de chat ao vivo publicado no npm desde 2019. O repositório oficial no GitHub foi comprometido pela variante Optimize-Build no dia 18 de maio. O desenvolvedor legítimo continuou publicando versões normalmente nos dias seguintes, sem perceber que o arquivo de workflow dentro do repositório estava envenenado. O resultado foi que as versões 2.18.6 a 2.18.12 do pacote chegaram ao npm com o backdoor embutido. A SafeDep identificou a contaminação ao comparar a versão 2.18.12 com a versão limpa 2.18.5 e encontrar uma diferença em um único arquivo. Campanha é atribuída ao grupo TeamPCP O Megalodon faz parte de uma sequência de ataques atribuídos ao grupo TeamPCP, que já comprometeu projetos como TanStack, Grafana Labs, OpenAI e Mistral AI usando a cadeia de suprimentos de software como vetor. O grupo tem motivação financeira confirmada e parcerias com fóruns de extorsão como BreachForums e grupos como LAPSUS$. Em resposta à atividade do TeamPCP, o npm invalidou tokens de acesso granular, uma medida de segurança que tenta controlar acessos, com permissão de escrita que contornavam a autenticação de dois fatores. A medida, porém, não resolve o problema estrutural, uma vez que os tokens já coletados pelo malware Mini Shai-Hulud, associado ao grupo, continuam válidos até serem restaurados pelos mantenedores. Repositórios que receberam commits de build-system@noreply.dev ou ci-bot@automated.dev no dia 18 de maio devem reverter as alterações, auditar os arquivos de workflow e restaurar todas as credenciais acessíveis pelos runners do GitHub Actions. Fonte: TecMundo

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Athena News

Vazamento de dados da Cemig expõe 135 mil clientes

Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) identificou, na quinta-feira dia 14 de Maio, um incidente de segurança cibernético que ocasionou a exposição de dados pessoais de parcela da sua base de clientes. Dados vazados incluem nome, filiação, CPF, endereço, e-mail, número de telefone e valor de fatura. Até o momento, foram identificados aproximadamente 135 mil clientes que tiveram seus dados expostos. De acordo com a companhia, o vazamento de dados não ocasionou qualquer prejuízo às suas operações e o acesso não autorizado à base de dados foi bloqueado após a sua detecção. “Está em curso investigação técnica detalhada para identificar a extensão do incidente e os titulares que tiveram os dados pessoais expostos. O incidente foi, oportunamente, comunicado à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e à autoridade policial, com o sigilo necessário à preservação da integridade das apurações”, afirmou a companhia, em comunicado ao mercado. Ainda segundo a Cemig, foi providenciada uma “comunicação individualizada” aos clientes identificados como afetados, com orientações específicas sobre medidas de segurança e prevenção contra possíveis tentativas de fraude. Fonte: Valor Econômico

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O que levamos da SIRENA Conference 2026: pessoas, cultura e o futuro da cibersegurança

No dia 14 de maio, a equipe Athena esteve presente na SIRENA Conference 2026 acompanhando de perto um o evento para quem vive segurança da informação no dia a dia. A conferência reuniu especialistas, profissionais do setor e grandes marcas do mercado para discutir um tema que vem ganhando cada vez mais espaço dentro das empresas: o fator humano na cibersegurança. Ao longo das palestras e painéis, empresas como Azul, Telefónica e Grupo Boticário compartilharam experiências, desafios e estratégias relacionadas à conscientização, prevenção de fraudes, engenharia social e fortalecimento da cultura de segurança da informação. E um ponto ficou muito claro durante o evento: hoje, os maiores riscos nem sempre começam por uma vulnerabilidade técnica. Muitos ataques exploram comportamento humano, distrações, excesso de confiança e falhas em processos internos. Por isso, segurança deixou de ser apenas uma questão de tecnologia e passou a envolver também cultura, educação e conscientização dentro das empresas. Foi interessante perceber como grandes organizações vêm tratando a cibersegurança de forma cada vez mais estratégica e integrada ao negócio. Não apenas como responsabilidade da área de TI, mas como algo que impacta reputação, continuidade operacional e confiança do cliente. Outro destaque da SIRENA foi a troca de experiências entre profissionais do mercado. O evento trouxe discussões muito conectadas à realidade das empresas, mostrando como diferentes setores vêm lidando com ameaças cada vez mais sofisticadas e com um cenário digital em constante transformação. Para nós, acompanhar eventos como esse é fundamental para continuar evoluindo junto ao mercado, entendendo novas abordagens, tendências e formas mais eficientes de fortalecer a segurança dentro das organizações. No fim, a principal mensagem que a SIRENA 2026 deixou é simples, mas extremamente importante:a segurança da informação começa pelas pessoas. Se quiser saber mais sobre o assunto, fale conosco!

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Golpes digitais preocupam 83% da população. O dado já supera o medo de assalto.
Athena News

Golpes digitais preocupam 83% da população. O dado já supera o medo de assalto.

Ser vítima de golpe digital é o principal medo dos brasileiros: 83,2% da população afirmam temer fraudes financeiras via internet ou celular, índice tecnicamente empatado com o medo de roubo à mão armada (82,3%) e de ser morto durante um assalto (80,7%). O dado faz parte do relatório “Medo do crime e eleições 2026: os gatilhos da insegurança”, divulgado no último domingo, dia 10 de Maio de 2026, pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública em parceria com o Datafolha. Segundo o relatório, os golpes digitais também foram o crime mais frequente vivenciado pelos brasileiros nos últimos 12 meses, atingindo cerca de 15,8% da população com 16 anos ou mais — o equivalente a 26,3 milhões de vítimas. Veja o percentual da população que sofreu algum tipo de crime no último ano, de acordo com o relatório: A distribuição da vitimização digital apresenta um padrão diretamente ligado à inserção financeira e ao porte dos municípios: Um estado que ainda não sabe lidar com isso Um dos maiores desafios para a segurança pública é a subnotificação massiva. Estima-se que apenas 8,2% dos casos de vitimização digital cheguem ao conhecimento das autoridades por meio de boletins de ocorrência de estelionato. Essa “cifra oculta” alimenta a percepção de impunidade e a baixa confiança nas instituições, segundo o relatório. Fonte: Portal G1

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Quando a tecnologia encontra conexões reais: como foi o Digital Tech Show 2026
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Quando a tecnologia encontra conexões reais: como foi o Digital Tech Show 2026

Nos dias 05 e 06 de maio, o Digital Tech Show reuniu profissionais, empresas e especialistas para discutir os temas que já estão moldando o presente e o futuro da tecnologia: cibersegurança, inteligência artificial, transformação digital, privacidade e inovação. E a Athena Security esteve presente nessa troca de experiências com o nosso estande, palestras e muitas conversas estratégicas ao longo do evento. Mais do que acompanhar tendências, o Digital Tech Show mostrou algo muito importante: as empresas estão cada vez mais conscientes de que segurança deixou de ser apenas uma camada técnica. Hoje, ela faz parte da continuidade, da reputação e do crescimento do negócio. Um evento marcado por conteúdo de alto nível Ao longo dos dois dias, o evento reuniu especialistas de diferentes áreas para discutir desafios reais do mercado, compartilhando experiências práticas, cenários atuais e estratégias aplicáveis ao dia a dia das empresas. Entre os temas mais debatidos estiveram: O grande diferencial foi justamente a profundidade das discussões. Não foram apenas apresentações teóricas, mas conversas sobre problemas reais que já impactam empresas de todos os portes. Networking que gera valor de verdade Outro destaque do evento foi a qualidade do networking. Durante toda a feira, o estande da Athena Security recebeu profissionais de tecnologia, gestores, parceiros e empresas interessadas em entender melhor como fortalecer sua maturidade em segurança da informação. Foram dezenas de conversas sobre desafios atuais do mercado, desde proteção contra ataques e vulnerabilidades até adequação à LGPD, monitoramento contínuo, segurança em infraestrutura e cultura organizacional. Eventos como o Digital Tech Show reforçam algo que acreditamos diariamente: tecnologia se constrói com relacionamento, troca de conhecimento e visão estratégica. As palestras da Athena Security no Digital Tech Show Além da presença no estande, também tivemos a oportunidade de compartilhar conhecimento no palco com duas palestras voltadas a temas extremamente relevantes para o cenário atual da cibersegurança. A Evolução Estratégica da Cibersegurança na Saúde Apresentada por Henrique Neto e Gabriel Rodrigues, a palestra trouxe uma visão prática sobre os desafios enfrentados pelo setor da saúde diante do crescimento das ameaças digitais. O painel abordou temas como: A discussão mostrou como a cibersegurança deixou de ser apenas uma preocupação técnica e passou a ocupar um papel estratégico dentro das operações de saúde. O fator humano: cultura, fraudes e engenharia social Outro tema que chamou atenção durante o evento foi o impacto do fator humano na segurança das empresas. A palestra trouxe reflexões importantes sobre como ataques de engenharia social continuam explorando comportamento, distração, confiança e falta de conscientização para comprometer organizações. Entre os pontos discutidos estiveram: Em um cenário onde a tecnologia evolui rapidamente, o comportamento humano continua sendo um dos principais alvos e também uma das maiores linhas de defesa. Muito além de um evento Participar do Digital Tech Show foi uma oportunidade de fortalecer conexões, compartilhar conhecimento e acompanhar de perto as transformações que já estão impactando empresas e profissionais. Para a Athena Security, estar presente nesse ambiente reforça nosso compromisso com uma cibersegurança cada vez mais estratégica, humana e preparada para os desafios reais do mercado. A todos que passaram pelo nosso estande, participaram das palestras ou trocaram experiências conosco durante o evento: obrigado pela presença. Nos vemos nos próximos desafios e nas próximas evoluções da segurança digital.

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